O Google laçou hoje ou ontem… sei la, o Sistema Operacional para Celulares/Smartphone Android (projeto de uma empresa que a Google adquiriu em 2005 chamado Android) totalmente Opensource e ja com a aliança de varias empresas de peso. Aqui do Japão tem a DoCoMo (que detem quase 50% do marketshare de telefonia movel do Japão), a KDDi que opera a “au”… hmmm… so a Softbank ficou de fora, isso quer dizer [boato mode on] que a Softbank vai ser a operadora do iPhone da Apple no Japão! [boato mode off]
Voltado ao assunto, o Android é muito novo e ninguém conhece ainda, mas uma coisa é certo… foi o tiro de misercordia da Palm, depois de falhar em lançar o PalmOS6, depois do fiasco do Foleo, do adiamento do ALP (Access Linux Plataform) pra 2009 só resta a Palm cavar uma cova e entrar dentro.
Não sei se isso é real, mas não deixa de ser uma ideia interessante, se bem que isso parece mais um daqueles tubo de poliuretano expansivel pra vedar buracos…
A maioria das pessoas no Japão viaja de trem seja a turismo, trabalho, visitas etc.
E uma das melhores coisas da viajem são os Ekiben ou Eki-Obentou, são refeições prontas(marmitas?) que são vendidos nas estações ou dentro dos trens (principalmente os noturnos e nos Shinkansen/trem bala). Tambem são usados como atrativos turisticos e em cada região que se passa tem um ekiben diferente representando algum ponto turistico da região ou uma comida tipica.
Todos que experimentei são muito bons e vem nas mais diversas embalagens (esse da foto é um arroz com polvo e vem numa cumbuca ceramica em forma de polvo. Mais fotos aqui e aqui)
Elas custam algo em torno de 1000 a 2000 yens. Um pouco caros, mas Ekiben faz parte da cultura de viajar de trem.
Viajar de trem sem comer um Ekiben não é viajem de trem.
Acho que o Obento faz parte da cultura japonesa.
Se leva obento nos passeios, colegio, faculdade, trabalho… enfim, em todos os locais que tem que se comer, alguns são comprados, mas a maioria é feito em casa.
E é super pratico, não precisa ficar procurando restaurante, quando chegar a hora do almoço, é so sentar em qualquer lugar e comer.
Para mim, eles são os equivalentes psicológicos de uma auto-medicação com remédios tarja preta. Arriscada e efêmera, mas que traz a ilusão de solução imediata. Mas o que se pode dizer quando se constata que há quem coma Doritos para matar a fome?
Por exemplo, não se pode ser muito original. É preciso dizer algo com que o leitor não apenas concorde, mas em que já tenha pensado antes. Auto-ajuda, no fundo, é apenas uma forma de bajulação do leitor, ainda que injustificada. É um elogio à mediocridade. O talento do escritor de auto-ajuda é o talento do redator, de alguém capaz de dizer o que já foi dito de maneira convincente.